De onde vêm as estrelas
As posições saem do Yale Bright Star Catalogue, 5.ª edição (Hoffleit e Warren, 1991): as 8 404 estrelas até à magnitude 6,5 — as visíveis a olho nu num céu escuro — com os brilhos verdadeiros. As figuras das constelações seguem as 88 constelações oficiais da União Astronómica Internacional.
A partir daí é geometria. A data e a hora que indicares são convertidas para UTC, calcula-se o tempo sideral do lugar e, com as tuas coordenadas, transforma-se a posição de cada estrela em altura acima do horizonte e direção da bússola. Fica de fora tudo o que estivesse abaixo do horizonte — nesse instante, não se via.
O círculo usa projeção estereográfica. É a projeção que os astrónomos usam nos astrolábios e nos planisférios porque preserva os ângulos: as constelações mantêm a forma que reconheces, em vez de ficarem esticadas nas bordas.
A hora entra ao minuto porque é preciso: o céu roda cerca de 15° por hora. Um erro de dez minutos já muda visivelmente o desenho.