Duas datas funcionam, e são diferentes
O dia da cerimónia é o óbvio. A hora é a da entrada na igreja ou no espaço — quase sempre à tarde, o que dá um céu de dia: as estrelas estão lá, o Sol também estava, e o desenho fica mais limpo do que se espera.
A noite da festa é a alternativa menos usada e muitas vezes melhor. Se a festa se estendeu pela madrugada, escolher as três da manhã dá um céu cheio — e é o momento de que a maior parte das pessoas se lembra.
Para um aniversário de casamento, há duas escolas: repetir o céu do dia original, ou imprimir o céu do aniversário que se está a celebrar. A primeira é mais sentimental; a segunda permite ir juntando posters ao longo dos anos.
Se o casamento foi no estrangeiro, o lugar é onde a cerimónia aconteceu — não a cidade onde vivem.